OFICINAS ENREFAEB 2018

ABERTAS INSCRIÇÕES PARA OFICINAS 

OFICINAS – Serão realizadas dia 22/08 das 14:00h as 18:00h

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Inscrições Aqui: OFICINAS2018

OFICINA 1: Objetos pedagógicos como recurso educativo no âmbito da inclusão
MINISTRANTES: Priscila Anversa – DAV – CEART/UDESC e Raysa Serafim Farias
EMENTA: A oficina “Objetos pedagógicos como recurso educativo no âmbito da inclusão” visa a construção de uma abordagem teórico-prática, onde os participantes irão refletir acerca dos desafios em propor/criar objetos pedagógicos a partir de um assunto ou tema dentro da arte, sendo desafiados à adaptação de materiais para pessoas com deficiência. Vislumbra-se nesta oficina, conhecer jogos, materiais pedagógicos e outros dispositivos já existentes, no intuito de enriquecer o repertório dos participantes, para que compreendam através da teoria e da prática a importância da proposição de atividades lúdicas ao desenvolvimento e aprendizagem dos estudantes, além da criação de um objeto pedagógico por participante a partir de temas e deficiências diversas.
15 VAGAS

OFICINA 2: AÇÃO EDUCATIVA EM EXPOSIÇÕES COMO DISPOSITIVO PEDAGÓGICO AO ARTE EDUCADOR – MINISTRANTES: Cláudia Silvana Saldanha Palheta e Lucas Prestes da Silva (PPGAV – UDESC)
EMENTA: A oficina propõe o exercício de se pensar a ação educativa como um processo criativo – e vice-versa, inserida nas relações entre manifestações poéticas e autorais dos objetos de arte, no sentido de criar possibilidades para ações pedagógicas e reflexivas ao trabalho do arte-educador. Em proveito da I EXPOSIÇÃO ENREFAEB SUL – 2018 OBJETOS POLÍTICOS/POÉTICOS DE MEMÓRIAS DOCENTES, a oficina visa colocar público participante em estado de inquietação para [re]pensar o espaço da prática docente não somente como transmissão de conhecimentos. Nesse sentido, a Arte, em especial, a Contemporânea, é compreendida como espaço de possibilidades para elaborações e reelaborações do trabalho pedagógico, congregando experiência, reflexão e interação com o objeto para além de relações que o expliquem, mas que também são necessárias no processo educativo da Arte.
15 VAGAS

OFICINA 3: A PRESENÇA E A AUSÊNCIA DAS MULHERES NAS ARTES VISUAIS
MINISTRANTES: LUZIA RENATA DA SILVA – Universidade do Estado de Santa Catarina
EMENTA: A oficina tem como objetivo buscar perceber os modos pelos quais o sistema forjou/forja discursos de protagonismos; influenciou/influencia construções ideológicas machistas que visam o domínio dos saberes e destinaram/destinam lugares secundários, quando não invisibilizados para as mulheres nas artes visuais. Essa subvalorização está intimamente relacionada à historiografia da arte que omite a arte feita por mulheres, mas expõe seus corpos nus nas paredes dos principais museus do mundo. Conhecer a estrutura dominante e subvertê-la, é fundamental em nossas práticas pedagógicas de sala de aula.
Metodologia: Exposição e diálogo acerca da arte, dos contextos culturais, políticos e ideológicos de produção e modos de operação na arte contemporânea. Algumas das artistas estudadas: Rosana Paulino, Ana Mendieta, Gerda Taro, Zanele Muhole, Dulce Pinzón, María Teresa Ponce.
30 VAGAS

Oficina 4: Criação atoral a partir da imprevisível técnica e da investigação do improviso

Ministrante: Paulo Ramon da Silva

Pesquisa individual e coletiva através de experiências com textos curtos (criados e/ou trazidos – no local ou de casa); improvisação de cenas curtas a partir de estímulos (palavras, frases ou sons), trazidos pelo condutor ou pelo(a) próprio(a) participante. A condução será direcionada a partir de interesses manifestados de pesquisa – solos, duos, trios ou quartetos, de acordo com a  disponibilidade de trabalho e vontade dos interessados, de modo que as investigações individual e coletiva possam considerar os estímulos-fonte do condutor às experimentações, e ainda seus próprios estímulos produzidos. A estrutura da investigação e das cenas poderá ser conversada com o condutor, mas estimula-se o direcionamento autônomo dos participantes. A imprevisível técnica investiga meios específicos e/ou subjetivos de estar em cena a buscar descristalizar o que entende-se  individualmente por técnica, buscando meios de exploração não-indicados e não-recomendados, se possível contraditórios e alternativos, em torno de proposições do condutor ou propostas de investigação dos próprios participantes. Ex: a) como ser um péssimo ator; b) como ser um péssimo criador; c) como “não ter uma ideia”; d) como ser uma péssima pessoa. As investigações contemplam, ainda, pesquisas de corpo e cenas através da temática da solidão urbana (ou do campo), da indiferença, de términos e rupturas, complementando-as com suas atmosferas opostas, contradições e aspectos não previstos.

As proposições estão abertas para sugestões. A complexidade da condução visa atender as diferentes necessidades de exploração individuais e suas extensões. Interessados em participar, enviem nome e e-mail de contato para: pauloramons@gmail.com (Assunto: Criação atoral). O plano de trabalho será encaminhado por e-mail, aos manifestados, no dia anterior.
Público-alvo: iniciados e não-iniciados em teatro.